Blog Segundo o Coração de Deus: Textos, poesias, imagens, filmes...

"Portanto, quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus" (1 coríntios 10:31).

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24 de fevereiro de 2011

TRêS PALAVRAS COM A LETRA 'R'

  de Paulo Roberto Barbosa

"O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará." Salmos 23:1

Três palavras com a letra "r" que são muito importantes para nossa
vida espiritual: REPOUSAR, REVIGORAR e RENUNCIAR. A primeira nos
convida a descansar nos braços do Senhor; a segunda nos estimula a
buscar forças no Senhor para vencer todos os obstáculos do caminho; a
terceira nos ensina que ao deixar de lado os nossos próprios
interesses, desfrutaremos de tudo de bom que o nosso Deus deseja nos
dar.

É maravilhoso quando repousamos à sombra do Onipotente. Nos braços do
Senhor encontramos a paz verdadeira, a serenidade de Sua presença, a
tranquilidade no meio de tormentas. Por que vivermos em angústia e
tribulação se Deus, nosso amado Pastor, nos conduz mansamente a águas
tranquilas? Por que correr de um lado para outro, inquietos, se
sabemos que Jesus nos prometeu pastos verdejantes para viver?

Igualmente nos conforta o coração saber que, quando nos sentimos
fracos e desanimados, o Senhor restaura as nossas forças, revigora a
nossa fé, faz renascer a nossa esperança. Ele nos reveste de energia
e nos impulsiona a crer que a vitória logo será alcançada.

Se aprendemos a abrir mão daquilo que pensamos ter e daquilo que
julgamos ser capazes, entregando a direção de nossos passos ao Deus
Todo Poderoso, os erros diminuirão, os fracassos desaparecerão e a
tristeza cederá lugar à plenitude de felicidade.

Apenas três palavras e uma vida espiritual abençoada e
abundante diante de Deus. Três palavras que nos ajudam a estar diante
do altar do Senhor e a obedecer à Sua vontade. Três palavras que
iluminarão a nossa vida e mostrarão o que seja um verdadeiro
Cristianismo.

Você gostaria de colocar em prática essas três palavras? Comece agora
mesmo e a sua vida será muito mais abençoada.

Fonte: Iluminalma

10 de fevereiro de 2011

Um verdadeiro presente

O Presente Que Não Podia Esperar - Max Lucado



Terry Schaefer queria comprar um presente de Natal muito especial para seu marido Davi. Mas, ela enfrentava dois problemas.

Problema # 1 era o custo.
Problema # 2 era encontrar o que ela queria.

Sua pequena cidade de Moline tinha poucas lojas e ela procurou em todo canto.
Quando ela finalmente encontrou o que queria para seu marido, ela quase desistiu por causa do preço.

Mas, porque ela não desistiu, a vida do seu marido foi salva.

Ela teria desistida, se não fosse pela ajuda do dono da loja. Ela não tinha o dinheiro suficiente. Era um presente muito caro. O salário de seu marido como policial, apesar de adequado, deixava pouco dinheiro sobrando no final do mês.

Ela perguntou se o dono da loja não poderia guardar o presente dela e deixar ela fazer os pagamentos até Natal. Ele disse que não.

Mas, aí ele disse “Por outro lado, não posso deixar você sair daqui sem seu presente.” Ele deu o presente a ela e apenas pediu que ela o pagasse quando pudesse. Ela ficou tão animada, que não conseguiu guardar o presente. Ela deu logo a seu marido Davi, apesar de que ainda era Outubro.

Aquela foi a segunda decisão que ela nunca se arrependeu de tomar. Apenas uma semana depois, às 7:00 da manhã, ela escutou alguém batendo à porta da sua casa. O parceiro de seu marido, o outro policial que andava sempre com ele, estava na porta - sozinho.

O rosto dele estava cansado e abatido. Ele entrou e sentou no sofá. Daí ele começou a explicar para Terry como, na noite antes, o marido dela, Davi, foi baleado com um tiro de um revolver calibre .45 - a queima roupa.

Terry suspirou, não de medo, mas de alívio. Alívio por ter procurado aquele presente que ela tanto queria para seu marido. Alívio pelo dono da loja ter insistido que ela levasse. Alívio por seu marido estar usando seu presente de Natal naquela noite.

Como resultado, seu marido Davi estava no hospital e não no necrotério. O corpo dele estava ferido, não com uma bala cravado no peito, mas apenas com uma contusão. Porque ele estava vestindo o colete a prova de balas, o presente de Natal, que sua querida esposa não podia esperar para dar.

Todos nós recebemos algo semelhante. De certa forma, todos nós recebemos um presente de Natal semelhante àquele que Davi Schaefer recebeu.

- É algo que pode lhe proteger.
- É algo que, com certeza, salvará sua vida, se você aceitar e usar.
- É um presente destinado especialmente a você.
- É um presente adquirido por um grande esforço e a um custo muito alto.
Mas, afinal de contas, cabe a você receber o presente.
Cabe a você aceitá-lo.
Cabe a você usá-lo.

Tudo isto, só você pode fazer.

Todo o resto, Deus já fez.

- Adaptado e traduzido de uma pregação de Max Lucado.
Fonte: ILUMINALMA

8 de fevereiro de 2011

Casamento

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..


UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

2 de fevereiro de 2011

Começar o ano: uma reflexão para os pais

Monteiro Lobato não pode, já a pornografia…

O mesmo país e o mesmo governo que aprovaram uma Lei do Estupro que distorce a realidade, como provam os indicadores da Secretaria de Segurança Púbica (ver post abaixo), permite isto:
“Olha, ele fica duro! O pênis do papai fica duro também?
Algumas vezes, e o papai acha muito gostoso. Os homens gostam quando o seu pênis fica duro.”
“Se você abrir um pouquinho as pernas e olhar por um espelhinho, vai ver bem melhor. Aqui em cima está o seu clitóris, que faz as mulheres sentirem muito prazer ao ser tocado, porque é gostoso.”
“Alguns meninos gostam de brincar com o seu pênis, e algumas meninas com a sua vulva, porque é gostoso. As pessoas grandes dizem que isso vicia ou “tira a mão daí que é feio”. Só sabem abrir a boca para proibir. Mas a verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema”.
São trechos do livro “Mamãe, Como Eu Nasci?”, aprovado pelo MEC para alunos na faixa dos 10 anos. Comentei ontem este assunto aqui.
Ah, sim: o MEC havia vetado Monteiro Lobato! Monteiro Lobato não pode! Pornografia para crianças, tudo bem!, incluindo o incitamento para que desobedeçam às orientações do pai e da mãe porque “a brincadeira não causa nenhum problema”.
Incrível, não? Eu realmente não sei como foi que a civilização chegou até aqui sem a ajuda desses libertadores sexuais. Se, sem eles, já tivemos Leonardo, Michelangelo, Schopenhauer e Beethoven, imaginem quando a masturbação for estatizada e tratada por professores convertidos em animadores sexuais…
Ninguém mais vai querer pintar, fazer música ou esculpir. Passaremos a eternidade mexendo no pingolim e na borboletinha.
Não sei se peço cadeia ou médico pra essa gente.

Por Reinaldo Azevedo
Fonte: Seção Veja Educação Online:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/monteiro-lobato-nao-pode-ja-a-pornografia/

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